então, tur, eu resolvi começar este projeto
já tô te incluindo pra vc arrumar a configuração, pq do jeito q eu fiz ficou mto ruim
tb precisamos de um título bom
e da próxima vez q a gente se encontrar eu dou uma parte do texto pra vc ajudar a transcrever ^^
eu comecei da segunda parte direto, mas não sei como colocar isso no blog... faz o q vc quiser depois qq coisa a gente pede ajuda pra clara
agora q vc leu isto, apaga, tá?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Capítulo 2: Química Forense
Havia Jacobs mortos por toda a parte. Rufus não precisou continuar deu caminho até o pavilhõ principal, Marina e Charles aparecerm pouco depois.
- O que aconteceu aqui? – Era o príncipe-lhama.
Rufus estava chocado e as palavras não saíram de imediato.
- A moça rosada... e o cara grande de cabelos longos e cacheados. Aqueles mendigos que mataram a minha Fênix estavam aqui. Eu ia avisar vocês, e quando eu saí o pavilhão explodiu.
Marininha pequenininha pôs sua mão gordinha no ombro de Charles, dizendo:
- Precisamos chamar os outros. Logo. Talvez haja sobreviventes. Rufus, vá chamar Clara, a velha sábia. Leve um pouco de queijo para ela ficar de bom humor.
- Onde eu pego o queijo?
- Se vira!
Rufus foi à cozinha achar um queijo. Abriu um armário e levou um susto. Clara estava dentro, comendo um enorme pedaço de mussarella.
- Clara! Os Jacobs! A Marina!... Queijo!... Bum!...
- Ahn? Você é mó esquisito... – E Clara mordeu Rufus.
- Ei! Você tem queijo!
- Verdade! – E clara mordeu o queijo.
Após muito esforço, Rufus convenceu a velha a sair do armário e se dirigir ao pavilhão dos Jacobs. Diante dos destroços, os dois pararam, e Clara exclamou:
- É horrível!
- É mesmo. Tanta destruição... e tantas mortes. Como alguém é capaz de uma coisa dessas?
- Não é isso! Eu sou cega, lembra? Não tô vendo nada disso. É que eu acho que pisei numa formiga! E ela era dançarina, e agora perdeu a perna... eu acabei com a carreira dela! Agora ela pode me processar, e eu poddo perder meu queijo e...
- FOCO, Clara!
- Chato... ok, já sei o que fazer...
- O quê?
- Cantar!:
Whoooo are you? Who, who?
Who? Who?
I really wanna know!
- Huh? Clara?
- Esuqece, não é do seu tempo. Escuta, o negócio é o seguinte: a gente precisa analisar essa explosão. Acontece que...
- O quê?
- Ok. Acho que está na hor de contar pra você.
- Pode contar...
- Sabe, eu sempre escondi isto... tenho medo da reação das pessoas.
- Não se preocupa Clara, pode contar...
- É algo que me deixa muito envergonhada...
- Fala...
- ... e triste...
- Clarinha, não se preocupe, tá tudo bem!
- É que...- Clara respirou fundo – é que... – respirou novamente. – é que... eu sou cega.
- ...
Rufus arrastou Clara para o meio dos destroços, parando onde ele achava ser o local em que se encontrou com os mendigos. Havia agora vários Jacobs ajudando outros Jacobs, mas eles não incomodaram os dois. Clara se abaixou e pegou algumas pedras do chão.
- Clara, não é hora de ficar brincando!
- Cala a boca e leva estas pecras de volta, e... olha só! O que temos aqui? – e Clara tirou um pequenino pedço de tecido do meio do entulho.
- O que é isso, Clara?
- Fiapo.
- Fiapo? Do quê?
- Fiapo de manga.
- De quem?!
Mas Clara não respondeu. Puxou cuidadosamente um fio e o segurou com as duas mãos, analisando-o minuciosamente. Então ela o enrolou um pouco em cad dedo e usou-o para limpar os dentes.
- Clara, você não está contaminando a evidência?
- O problema não está aqui, Rufinho.
E Clara começou a fungar. Levantou o nariz, que cheirava tudo ruidosamentem e foi seguindo algum rastro que Rufus não conseguiu captar. Atravessou o lugar, pisando por cima dos destroços da explosão, e chegou até uma cama (ou algo que fora uma cama). Remexeu nas ruínas, procurando algo.
- Aqui!
Era uma caixinha de metal. Realmente, cheirava a menta. Então era por isso que Clara usara o fiapo para limpar os dentes!
- É a marca registrada de Luque. Aqui deve ter algo terrível. Vamos ver?
- Claro! – Rufus estava muito excitado.
- Ok, então a gente faz assim: eu vou lá fora, grito “já” e você abre. Se você não morrer, me avisa e eu venho ver o que é, tá?, tchau.
E Clara foi par um lugar seguso.
- JÁ!
- ...eu não morri, Clara.
A velha voltou correndo, ansiosa.
- Cadê? Me dê a caixa!
Ela arrancou da mão de Rufus e a abriu.
- V-você ainda não tinha aberto, não é?
- Er... não.
E com um grito estridente e horrível, Clara começou a balança os braços desesperadamente, mas sem derrubar a caixa.
- AAAHHHH! ESTOU DERRETENDO, ESTOU DERRETENDO! Olha o que você fez, garoto idiota!
Rufus ficou paralisado de medo. O que estava acontecendo? Clara desfalecera em sua frante, e era culpa dele... e ele não conseguia fazer nada.
- Viu o que você fez? – disse Clara, levantando-se. – Isso podia ter acontecido de verdade! Viu como é importante seguir minhas ordens?- Na verdade eu vi como é importante não te ouvir... – e Rufus mordeu Clara. E Clara mordeu Rufus. E os dois olharam para a caixa.
- O que aconteceu aqui? – Era o príncipe-lhama.
Rufus estava chocado e as palavras não saíram de imediato.
- A moça rosada... e o cara grande de cabelos longos e cacheados. Aqueles mendigos que mataram a minha Fênix estavam aqui. Eu ia avisar vocês, e quando eu saí o pavilhão explodiu.
Marininha pequenininha pôs sua mão gordinha no ombro de Charles, dizendo:
- Precisamos chamar os outros. Logo. Talvez haja sobreviventes. Rufus, vá chamar Clara, a velha sábia. Leve um pouco de queijo para ela ficar de bom humor.
- Onde eu pego o queijo?
- Se vira!
Rufus foi à cozinha achar um queijo. Abriu um armário e levou um susto. Clara estava dentro, comendo um enorme pedaço de mussarella.
- Clara! Os Jacobs! A Marina!... Queijo!... Bum!...
- Ahn? Você é mó esquisito... – E Clara mordeu Rufus.
- Ei! Você tem queijo!
- Verdade! – E clara mordeu o queijo.
Após muito esforço, Rufus convenceu a velha a sair do armário e se dirigir ao pavilhão dos Jacobs. Diante dos destroços, os dois pararam, e Clara exclamou:
- É horrível!
- É mesmo. Tanta destruição... e tantas mortes. Como alguém é capaz de uma coisa dessas?
- Não é isso! Eu sou cega, lembra? Não tô vendo nada disso. É que eu acho que pisei numa formiga! E ela era dançarina, e agora perdeu a perna... eu acabei com a carreira dela! Agora ela pode me processar, e eu poddo perder meu queijo e...
- FOCO, Clara!
- Chato... ok, já sei o que fazer...
- O quê?
- Cantar!:
Whoooo are you? Who, who?
Who? Who?
I really wanna know!
- Huh? Clara?
- Esuqece, não é do seu tempo. Escuta, o negócio é o seguinte: a gente precisa analisar essa explosão. Acontece que...
- O quê?
- Ok. Acho que está na hor de contar pra você.
- Pode contar...
- Sabe, eu sempre escondi isto... tenho medo da reação das pessoas.
- Não se preocupa Clara, pode contar...
- É algo que me deixa muito envergonhada...
- Fala...
- ... e triste...
- Clarinha, não se preocupe, tá tudo bem!
- É que...- Clara respirou fundo – é que... – respirou novamente. – é que... eu sou cega.
- ...
Rufus arrastou Clara para o meio dos destroços, parando onde ele achava ser o local em que se encontrou com os mendigos. Havia agora vários Jacobs ajudando outros Jacobs, mas eles não incomodaram os dois. Clara se abaixou e pegou algumas pedras do chão.
- Clara, não é hora de ficar brincando!
- Cala a boca e leva estas pecras de volta, e... olha só! O que temos aqui? – e Clara tirou um pequenino pedço de tecido do meio do entulho.
- O que é isso, Clara?
- Fiapo.
- Fiapo? Do quê?
- Fiapo de manga.
- De quem?!
Mas Clara não respondeu. Puxou cuidadosamente um fio e o segurou com as duas mãos, analisando-o minuciosamente. Então ela o enrolou um pouco em cad dedo e usou-o para limpar os dentes.
- Clara, você não está contaminando a evidência?
- O problema não está aqui, Rufinho.
E Clara começou a fungar. Levantou o nariz, que cheirava tudo ruidosamentem e foi seguindo algum rastro que Rufus não conseguiu captar. Atravessou o lugar, pisando por cima dos destroços da explosão, e chegou até uma cama (ou algo que fora uma cama). Remexeu nas ruínas, procurando algo.
- Aqui!
Era uma caixinha de metal. Realmente, cheirava a menta. Então era por isso que Clara usara o fiapo para limpar os dentes!
- É a marca registrada de Luque. Aqui deve ter algo terrível. Vamos ver?
- Claro! – Rufus estava muito excitado.
- Ok, então a gente faz assim: eu vou lá fora, grito “já” e você abre. Se você não morrer, me avisa e eu venho ver o que é, tá?, tchau.
E Clara foi par um lugar seguso.
- JÁ!
- ...eu não morri, Clara.
A velha voltou correndo, ansiosa.
- Cadê? Me dê a caixa!
Ela arrancou da mão de Rufus e a abriu.
- V-você ainda não tinha aberto, não é?
- Er... não.
E com um grito estridente e horrível, Clara começou a balança os braços desesperadamente, mas sem derrubar a caixa.
- AAAHHHH! ESTOU DERRETENDO, ESTOU DERRETENDO! Olha o que você fez, garoto idiota!
Rufus ficou paralisado de medo. O que estava acontecendo? Clara desfalecera em sua frante, e era culpa dele... e ele não conseguia fazer nada.
- Viu o que você fez? – disse Clara, levantando-se. – Isso podia ter acontecido de verdade! Viu como é importante seguir minhas ordens?- Na verdade eu vi como é importante não te ouvir... – e Rufus mordeu Clara. E Clara mordeu Rufus. E os dois olharam para a caixa.
Capítulo 1: O fim da biblioteconomia
Rufus se sentia enjoado pela cena do dia anterior, mas não mostrava. Passara a noite com a velha e os dois generais restantes. Não falaram quase nada, todos pensativos. Na cabeça do menino a imagem maligna da deusa estava fresca. “Adeus, velho amigo”, ela dissera. “Não gosto de ver as pesoas sofrendo”.
- Vamos comer feijões, precisamos recuperar nossas forças. – disse Marininha enquanto levantava e se foi para a cozinha.
Os outros permaneceram sentados por um tempo até que se levantaram um por um e seguiram a menininha. Rufus foi o último. Agora pensava no enterro de João. Em sua ssepultura, naquela manhã, vira uma inscrição que mexera com seu coração:
*desenho
Jõao Pedro Jericó de Andrade
12-07-1988
+ 03-11-2010
“Física e Química
é coisa do passado
A moda agora é
Matar esse malvado.”
Rufus lembrou da história de JP, e assim lembrou também do que a maldade de Artur e Camilla fizera com todos osd amigos, como todos tinham planos que foram abandonados, sacrificados para a realização de um Bem maior. O garoto não conseguia sequer imaginar a vida dessas pessoas desde então. Olhou para eles com muita atenção: Marina, Charles, Clara, Jacobs, e outros que Rufus não conhecia. Também compareceu (e Rufus percebeu isto com um constrangimento receoso) Nelson, o coveiro metrossexual, que aparentemente conhecera JP naquele passado (utópico, se comparado com a realidade).
Um desejo de justiça inflamou o peito do garoto. Ou talvez fossem os feijões excesivamente apimentados, mas Rufus queria fazer algo. Tinha de fazer algo. Olhou para cada um dos presentes. Estavam casbibaixos. O silêncio o irritava. Isso se juntou ao desejo que sentia e tudo explodiu dentro de Rufus.
- O que vamos fazer a respeito disso?nosso exército não é tão forte nem tão numeroso... não daria para produzir mais Jacobs? E as técnicas de luta também não são tão boas, precisamos melhorá-las.
Estavam todos parados olhando para o garoto.
- “Nós”? – Foi Charles quem falou. – Da última vez que eu perguntei, você não estava envolvido na luta. Não foi isso que você me disse, Marina?
- Claro, Charles, ele é apenas uma criança!
- Mas vocês não têm tanta habilidade quanto eu! Quem sabia lutar era o JP. E tem a Clara, mas ela...
- Ei! – e Clara mordeu Rufus.
- Não se meta, garoto. – disse Charles – você não sabe como são as coisas.
Rufus estava indignado. Voltou para o pavilhão dos Jacobs (pois eles voltaram à chácara), mas assim que entrou teve a impressão de que havia alguém ali, embora todos os Jacobs (um número menor por causa da batalha) estivessem no funeral.
- Alguém está aí? – uma voz feminina perguntou. – Ei! Quem é você?
- Eu que pergunto! Quem ousa invadir o habitat dos Jacobs?
- Uma pessoa muito ousada – e, de trás de uma cama, apareceu Gabi.
- Ah. É só você.
- Como assim, “só você”? Sou EU, a grande-líder-mestra-ultra-confiante do nosso grande-incrível-super-Deus-Artur.
- E eu. O Juque. – e este saiu de baixo da mesma cama.
Ao ouvir o nome do maligno assassino, a raiva de Rufus surpreendeu o próprio menino.
- Ficou bravinho! Não se preocupe... – Luque foi se aproximando lentamente de Rufus. – Isso irá terminar repidamente...
Rufus sentiu medo. Por mais patéticos que fossem, Luque e Gabi eram maus. Ou pelo menos pareciam ser. E o que quer que pretendiam fazer com ele não era nada bom. Mas o garoto fingiu não ter medo:
- O que vocês estão fazendo aqui?
- Você logo vai descobris... isso se nós não te matarmos antes!
E os dois mendigos atacaram, não com suas pistolas, mas com bastões. No entanto, no momento que íam atingir Rufus, o garoto abaixou, e os bastões que o atingiriam bateram um no outro, mas sendo um dos atacantes mais fraco, o bastão atingiu a cabeça do Luque. Os dois se levantaram novamente, mas Rufus se escondera.
- Ok, garoto, fique aí... é mais prático mesmo. – Gabi riu-se, e foi embora.
Rufus correu para avisar Charles e Marina, mas na porta encontrou um Jacobs. Atrás, outro Jacobs. E de repente um mar de Jacobs adentrava o pavilhão, Rufus tentando andar contra a corrente com pouco sucesso, sendo carregado para o fundo do pavilhão.
Quando todos os Jacobs se acomodaram (pedindo desculpas a Rufus pelo incômodo), o garoto pôde sair do dormitório. Deu quinze passos em direção à casa principal e o pavilhão atrás de si explodiu.
- Vamos comer feijões, precisamos recuperar nossas forças. – disse Marininha enquanto levantava e se foi para a cozinha.
Os outros permaneceram sentados por um tempo até que se levantaram um por um e seguiram a menininha. Rufus foi o último. Agora pensava no enterro de João. Em sua ssepultura, naquela manhã, vira uma inscrição que mexera com seu coração:
*desenho
Jõao Pedro Jericó de Andrade
12-07-1988
+ 03-11-2010
“Física e Química
é coisa do passado
A moda agora é
Matar esse malvado.”
Rufus lembrou da história de JP, e assim lembrou também do que a maldade de Artur e Camilla fizera com todos osd amigos, como todos tinham planos que foram abandonados, sacrificados para a realização de um Bem maior. O garoto não conseguia sequer imaginar a vida dessas pessoas desde então. Olhou para eles com muita atenção: Marina, Charles, Clara, Jacobs, e outros que Rufus não conhecia. Também compareceu (e Rufus percebeu isto com um constrangimento receoso) Nelson, o coveiro metrossexual, que aparentemente conhecera JP naquele passado (utópico, se comparado com a realidade).
Um desejo de justiça inflamou o peito do garoto. Ou talvez fossem os feijões excesivamente apimentados, mas Rufus queria fazer algo. Tinha de fazer algo. Olhou para cada um dos presentes. Estavam casbibaixos. O silêncio o irritava. Isso se juntou ao desejo que sentia e tudo explodiu dentro de Rufus.
- O que vamos fazer a respeito disso?nosso exército não é tão forte nem tão numeroso... não daria para produzir mais Jacobs? E as técnicas de luta também não são tão boas, precisamos melhorá-las.
Estavam todos parados olhando para o garoto.
- “Nós”? – Foi Charles quem falou. – Da última vez que eu perguntei, você não estava envolvido na luta. Não foi isso que você me disse, Marina?
- Claro, Charles, ele é apenas uma criança!
- Mas vocês não têm tanta habilidade quanto eu! Quem sabia lutar era o JP. E tem a Clara, mas ela...
- Ei! – e Clara mordeu Rufus.
- Não se meta, garoto. – disse Charles – você não sabe como são as coisas.
Rufus estava indignado. Voltou para o pavilhão dos Jacobs (pois eles voltaram à chácara), mas assim que entrou teve a impressão de que havia alguém ali, embora todos os Jacobs (um número menor por causa da batalha) estivessem no funeral.
- Alguém está aí? – uma voz feminina perguntou. – Ei! Quem é você?
- Eu que pergunto! Quem ousa invadir o habitat dos Jacobs?
- Uma pessoa muito ousada – e, de trás de uma cama, apareceu Gabi.
- Ah. É só você.
- Como assim, “só você”? Sou EU, a grande-líder-mestra-ultra-confiante do nosso grande-incrível-super-Deus-Artur.
- E eu. O Juque. – e este saiu de baixo da mesma cama.
Ao ouvir o nome do maligno assassino, a raiva de Rufus surpreendeu o próprio menino.
- Ficou bravinho! Não se preocupe... – Luque foi se aproximando lentamente de Rufus. – Isso irá terminar repidamente...
Rufus sentiu medo. Por mais patéticos que fossem, Luque e Gabi eram maus. Ou pelo menos pareciam ser. E o que quer que pretendiam fazer com ele não era nada bom. Mas o garoto fingiu não ter medo:
- O que vocês estão fazendo aqui?
- Você logo vai descobris... isso se nós não te matarmos antes!
E os dois mendigos atacaram, não com suas pistolas, mas com bastões. No entanto, no momento que íam atingir Rufus, o garoto abaixou, e os bastões que o atingiriam bateram um no outro, mas sendo um dos atacantes mais fraco, o bastão atingiu a cabeça do Luque. Os dois se levantaram novamente, mas Rufus se escondera.
- Ok, garoto, fique aí... é mais prático mesmo. – Gabi riu-se, e foi embora.
Rufus correu para avisar Charles e Marina, mas na porta encontrou um Jacobs. Atrás, outro Jacobs. E de repente um mar de Jacobs adentrava o pavilhão, Rufus tentando andar contra a corrente com pouco sucesso, sendo carregado para o fundo do pavilhão.
Quando todos os Jacobs se acomodaram (pedindo desculpas a Rufus pelo incômodo), o garoto pôde sair do dormitório. Deu quinze passos em direção à casa principal e o pavilhão atrás de si explodiu.
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